Receita Federal ignora tecnologia no sistema de Nota Fiscal “Frankenstein” totalmente amadora que lembra programação em Basic
O que deveria ser a modernização do fisco nacional transformou-se no maior pesadelo burocrático de 2026. O novo sistema de emissão de Nota Fiscal da Receita Federal entrou no ar com um selo de incompetência que assusta: a plataforma é totalmente amadora, falha e visualmente deplorável. Mas o erro mais grave não está no código mal escrito que lembra o “Basic” e sim na soberba: esqueceram de consultar os contadores e até designer gráfico.
A Revolta da Classe: “Trabalham de costas para a realidade”
Inacreditavelmente, o órgão máximo da arrecadação federal desenvolveu uma ferramenta de trabalho diário sem ouvir quem realmente a opera, ou consultaram leigos e ignorantes no assunto. O resultado? Um sistema que ignora a rotina contábil, com fluxos ilógicos e campos que desafiam a legislação vigente.
Contadores de todo o país denunciam que a plataforma é um insulto à categoria. “É como pedir para um engenheiro construir um prédio sem consultar a planta. O sistema é burro, trava em operações simples e mostra que quem o desenhou nunca emitiu uma nota na vida”, dispara um representante de conselho regional.
Layout “Lixo” e Programação de Amadores
O portal parece um projeto de “fundo de quintal” dos primórdios da internet. Sem qualquer cuidado com o design (UI) ou experiência do usuário (UX), a interface é pobre e disfuncional.
- Layout Pré-Histórico: Mal distribuído que não correspondem a modernidade que parecem de máquinas de escrever.
- Código Capenga: Uma programação frágil que colapsa ao primeiro sinal de tráfego, gerando erros de “timeout” e perda de dados em massa, sem contar que, para editar, o usuário perde tudo aquilo que havia preenchido.
O Raio-X do Desastre:
- Isolamento Burocrático: Omissão total da classe contábil no desenvolvimento.
- Visual “Trash”: Estética zero, digna de um sistema abandonado da década de 90.
- Pobreza Técnica: Programação rudimentar que não suporta a demanda do mercado brasileiro e as necessidades de empresas, quando o assunto é a descrição de produtos, impossibilitando de discriminar ítens comuns e seus valores correspondentes.
- Prejuízo em Cascata: Empresas paradas porque o sistema “amador” simplesmente não valida as notas quando o assunto é o preenchimento dos dados complementares que não aceita caracteres, tendo que ser declarado em apenas uma linha, exigindo que acrescente o “.” (ponto final). Uma inovação?
O Veredito
A Receita Federal conseguiu a proeza de entregar algo que é, ao mesmo tempo, feio e inútil. Ao ignorar os contadores — os verdadeiros pilares da arrecadação —, o governo entregou um “Frankenstein” digital que envergonha o país.
É um monumento ao desperdício de dinheiro público e à falta de planejamento. Por fim, a pergunta que fica no ar é: quem será responsabilizado por essa ferramenta disfuncional que está asfixiando o comércio nacional?
Tudo isso faz ressaltar que as Prefeituras estavam a anos luz em programação, layout e modernidade técnica.

